Fávaro anuncia que disputará Senado em respeito ao TRE e aos eleitores de MT

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Por RDNews em 12 de Abril de 2019 ás 06:25

O chefe do Escritório de Representação de Mato Grosso (Ermat) em Brasília, ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), confirmou que será candidato ao Senado caso sejam realizadas eleições suplementares para preencher a vaga que pode ser aberta com a cassação da senadora Selma Arruda (PSL). Segundo ele, o ingresso na disputa representa respeito à Justiça Eleitoral e ao eleitorado.

“Por óbvio e por respeito à Justiça Eleitoral, sou candidato. Por respeito aos 434. 936 votos que tive, que confiaram em mim,  nas mais minhas propostas e nos meus suplentes. Também por respeito aos eleitores da  senadora cassada.  Tenho que dar oportunidade de votar em mim ou em outro candidato”, declarou Fávaro na tarde desta quinta (11). 

Selma foi cassada por unanimidade pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob acusação de abuso do poder econômico e caixa 2 nas eleições de 2018. Entretanto, o Pleno negou o pleito para que Fávaro, terceiro colocado na disputa pelo Senado no ano passado, assuma interinamente até a realização das eleições suplementares.

“Não estou fazendo revanchismo, querendo assumir a vaga no Senado pela via judicial. Acontece que, por unanimidade, foi provado que eleição de 2018 não foi igualitária, desproporcional. A senadora cassada queimou a largada, foi desleal e a justiça foi feita. A senadora cassada gastou de forma excessiva, de forma extemporânea, me prejudicou e mais nove concorrentes”, completou. 

Fávaro também não adiantou se recorrerá ou não da decisão do TRE que o impede de assumir interinamente como senador. Argumenta que seus advogados aguardam a publicação do acórdão para decidir qual providência jurídica será adotada.

Além de Fávaro, outros nomes são cogitados como postulantes a vaga de Selma caso a cassação de Selma seja confirmada. São eles: o ex-governador Pedro Taques (PSDB), o ex-deputado federal Adilton Sachetti (PRB), o deputado federal Nelson Barbudo (PSL), o deputado federal José Medeiros (Podemos), Procurador Mauro (Psol), Rodrigo Rodrigues (PDT) e Aladir Leite (PPL). 

 

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