Servidores definição sobre salários para trabalharem tranquilos em MT

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Por Folhamax em 05 de Janeiro de 2019 ás 07:04

Servidores do estado solicitaram reunião com o governador Mauro Mendes para discutir, dentre outras questões, a situação salarial. O pedido foi protocolado nesta quinta-feira (03.01), no Gabinete do Governador, pelo Fórum Sindical, que representa os mais de 100 mil servidores públicos de Mato Grosso. Expectativa é de que o encontro ocorra antes do dia 10 de janeiro.

A extensa pauta inclui, além do salário de dezembro, do 13º salário de 2018 dos servidores que fazem aniversário em novembro e dezembro, além dos comissionados; a Revisão Geral Anual (RGA); retenção compulsória das contribuições voluntárias dos sindicalizados; plano de carreiras; Previdência; transparência fiscal, receitas do estado, sendo as tributárias e não-tributárias, isenções, fundos e transferências da União.

Ainda constam questões relacionadas às despesas com pessoal, investimentos e transferências de recursos para os municípios.

No documento, os servidores pedem urgência na definição da data da reunião em detrimento ao atraso salarial e do não pagamento do 13º salário. Apesar da difícil situação, os servidores demonstram abertura para o diálogo com o novo governo.

O presidente do Sindicato dos Escrivães de Polícia Civil Judiciária (Sindepojuc), Davi Nogueira, explicou que a conversa é importante para que os servidores trabalhem “tranquilos” e tragam resultados positivos ao Estado.

“Resolver essas questões salariais tem que ser prioridade para que o governo possa ter o servidor público trabalhando a seu favor, ajudando a aumentar a arrecadação e, consequentemente, melhorar a qualidade dos serviços públicos. É importante lembrar que o trabalhador de um modo geral executa suas funções em decorrência de receber o seu salário. Quando isso é descumprido, gera uma insegurança e desmotivação. E servidor desmotivado é aquele que não produz. Então, se o governador está pedindo ajuda dos servidores para melhorar as condições difíceis do estado, tem que motivá-los, caso contrário, não há como se cumprir o desejo do governo.”, afirma Davi. 

 

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