Homens da Força Nacional e do Exército desembarcam em Cuiabá para a Copa

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Por Olhar Direto em 03 de Junho de 2014 ás 07:06

Um grupo com aproximadamente 1600 homens do Exército, oriundos de Mato Grosso do Sul e 162 homens da Força Nacional, desembarcou na manhã desta segunda-feira (02) em Cuiabá para atuar na segurança dos quatro jogos da Copa do Mundo de 2014. Procedente de Campo Grande, o contingente chegou esta manhã na capital mato-grossense. Eles devem permanecer em Cuiabá até o término dos jogos do Mundial na cidade.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública, esse número é suficiente para dar apoio às operações de segurança durante a Copa do Mundo em Cuiabá. A princípio, o Estado vai trabalhar com o contingente que já está na capital. Somente se for necessário, o Estado pode solicitar o envio de reforços. Assim, não deverá haver deslocamento dos 600 homens da Força Nacional que foram anunciados em maio.

Mais 600 profissionais de segurança, entre bombeiros e policiais militares, além de profissionais de perícia, foram capacitados para trabalhar na Copa do Mundo pela Força Nacional. A formatura ocorreu no último dia 17 em Brasília.

Essas equipes estão sendo enviadas para reforçar as ações de segurança pública em Natal (RN) e Cuiabá (MT) – cidades-sede da Copa. Além do suporte direto a essas capitais, que solicitaram apoio, a tropa irá participar de operações em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em seis estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Rio de Janeiro.

A Força Nacional é uma tropa de contingência e pode agir no apoio às forças estaduais e federais quando solicitada. “Nós temos um cadastro de 10,6 mil profissionais de segurança pública e chamaremos dentro do que for necessário. Estaremos em pontos estratégicos do país, com facilidade de locomoção para onde for preciso”, afirmou a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki.

O diretor-geral da Força Nacional, tenente coronel Alexandre Aragon informou que "todos os profissionais mobilizados têm pelo menos cinco anos de experiência. Fazemos aqui uma instrução de nivelamento de conhecimento, onde os protocolos operacionais são explicados. Aliado a isso, face aos grandes eventos, fizemos um preparo para distúrbios civis nas normas de procedimento da ONU em direitos humanos”.

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