Censo Agro 2017 em Lucas do Rio Verde segue até fevereiro

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Por Ascom Prefeitura/Francieli Cela em 17 de Janeiro de 2018 ás 07:29

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está realizando um novo Censo Agropecuário no país. A coleta de dados começou em outubro de 2017 e será feita por 19 mil recenseadores em mais de 5,5 milhões de estabelecimentos agropecuários em todo o Brasil nos próximos meses.

Em Mato Grosso serão visitadas mais de 110 mil propriedades e em Lucas do Rio Verde, com base nos dados da pesquisa anterior, realizada em 2006, serão mais de 370 propriedades.

De acordo com o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Márcio Albieri, é importante que os produtores rurais atendam os recenseadores e participem da pesquisa para levantamento destas informações sobre a agricultura nacional.

Para cada produtor, são feitas 42 perguntas básicas. Mas dependendo da diversificação da propriedade, o leque de perguntas pode se abrir e passar de 100. Nas entrevistas, são levantadas informações sobre área, produção, características do pessoal ocupado, emprego de irrigação, uso de agrotóxicos, entre outros temas.

A coleta de dados para o Censo Agro 2017 é feita de forma digital, por meio dos Dispositivos Móveis de Coleta (DMCs), que rodam um aplicativo inteiramente desenvolvido pela Diretoria de Informática do IBGE e são capazes de mostrar a imagem do setor censitário, a posição do recenseador no terreno e os endereços dos estabelecimentos a serem recenseados. Com a tecnologia, também será possível identificar novos estabelecimentos e cadastrá-los. O novo sistema também vai melhorar a crítica dos dados, orientando os recenseadores durante a coleta, para que o questionário seja preenchido de forma correta.

O Censo Agropecuário 2017 também vai subsidiar a implantação do cadastro de estabelecimentos agropecuários e do Sistema Nacional de Pesquisas Agropecuárias, que permitirá a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Estabelecimentos Agropecuários.

A pesquisa irá a campo anualmente captar dados detalhados sobre receitas e despesas na produção, crédito e seguro rural, proteção de mananciais, conservação da fauna e flora, uso de agrotóxicos, técnicas de produção, além da situação social e familiar dos trabalhadores do campo.

Os resultados devem começar a ser divulgados pelo IBGE a partir do segundo semestre de 2018.

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